renovação, juventude, mudança - pelo direito à Vida, pelo direito ao Futuro
terça-feira, 23 de novembro de 2010
presidente, eSCUTe
É democraticamente inaceitável que um governo seja eleito com um programa que depois não cumpre, perante a «indiferença estratégica» do Presidente da República. Mais do que isso, é intolerável a perseguição fiscal de certas regiões quando se trata, afinal, de "distribuir o mal pelas aldeias".
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
isenção e pluralismo informativo
Excelentíssimo Senhor,
Presidente do Conselho de Administração da RTP
Dr. Guilherme Costa
Guimarães, 16 de Novembro de 2010
ASSUNTO: cobertura noticiosa da candidatura pro-Vida à Presidência da República
Ex.mº Senhor,
Luís Filipe Botelho Ribeiro, cidadão português de pleno direito com o nº de B.I. 7678228, professor da Universidade do Minho, vem requerer a V. Ex.ª a tomada imediata de medidas correctivas da desigualdade de tratamento, mais de um mês transcorrido após a marcação das eleições presidenciais (em 14.10.2010).
Estando a preparar pela segunda vez uma candidatura à Presidência da República, e apesar de o nosso gabinete de imprensa ter comunicado a realização de diversos eventos e conferências de imprensa, até ao momento a RTP – estação de serviço público – não nos consagrou a mínima atenção, ao contrário do que sucede com outras candidaturas.
Isto perfigura uma situação clara de “desigualdade de tratamento”, violando-se assim a «obrigatoriedade de proporcionar igualdade de oportunidades e de tratamento das candidaturas» (46º LEPR e 1º e 2º Lei 26/99, 3 Maio) e a «obrigatoriedade de observar os princípios da neutralidade e imparcialidade» (47º LEPR e 1º e 3º Lei 26/99, 3 Maio), conforme redacção da súmula publicada pela Comissão Nacional de Eleições em http://www.cne.pt/dl/cal_pr_2011.pdf.
Venho, por isso, requerer dos responsáveis máximos da RTP que até 24 de Novembro seja reparada a actual situação de desigualdade de tratamento, conformando-se desta forma a RTP com a Lei e contribuindo igualmente para o pluralismo e transparência democráticos.
Atentamente
De V. Excelência,
Luís Botelho Ribeiro
domingo, 14 de novembro de 2010
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
carta aberta ao Presidente da República
Excelentíssimo Senhor
Presidente da República Portuguesa (*)
Excelência,
Saúdo em V. Ex.ª, senhor Prof. Cavaco Silva, o Presidente de todos os portugueses.
Em Agosto de 2005, o então Presidente da República, Dr. Jorge Sampaio, atendeu os pedidos de audiência que, na qualidade de pré-candidatos presidenciais lhe dirigiram Mário Soares e Cavaco Silva. Em poucos dias recebeu a ambos no Palácio de Belém.
Encontrando-me na mesma situação de V. Ex.ª há cinco anos, i.e. a preparar uma candidatura presidencial, escrevo para solicitar igual audiência do actual Presidente da República. Apelo para o seu carácter pessoal e sentido democrático, plenamente confiante de que a circunstância de se recandidatar o não moverá a prejudicar um concorrente, furtando-se a recebê-lo em Belém. Os portugueses não entenderiam uma duplicidade de critérios de alguém que enquanto candidato pedisse e obtivesse algo que mais tarde, já presidente, viesse a negar a outros cidadãos. Isso equivaleria a fazer acepção entre cidadãos de primeira e de segunda categoria.
Pela minha parte, e bem ao contrário de Manuel Alegre que publicamente considerava V. Ex.ª já candidato quando ainda era apenas o Presidente de todos nós, eu considerá-lo-ei - até ao fim do mandato – Presidente da República, embora também candidato. E é, portanto, ao Presidente que eu escrevo e não ao candidato à re-eleição. E peço uma audiência a V. Ex.ª para pessoalmente e de viva voz lhe expressar as disposições cívicas desta candidatura e a firme intenção de a levar até às urnas. Desejo ainda manifestar a minha visão do exercício do cargo presidencial, a bem da Vida, a bem das famílias portuguesas, a bem do futuro de Portugal.
Guimarães, 10 de Novembro de 2010
Muito atentamente
De V. Excelência,
o candidato Luís Botelho Ribeiro
(*) apenas publicada após recepção da confirmação de leitura pela presidência
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
conferência de imprensa - 6ª feira
A candidatura presidencial LuísBotelho2011 convida os Ex.mºs senhores jornalistas para uma conferência de imprensa a realizar na próxima sexta-feira, dia 12 de Novembro, pelas 15h00 no Hotel da Penha em Guimarães.
Neste encontro com a comunicação social será divulgado em primeira mão o teor da carta que o candidato acaba de enviar ao Senhor Presidente da República com carácter de urgência. Paralelamente, serão prestados todos os esclarecimentos sobre o programa e últimos desenvolvimentos verificados nesta candidatura.
a direcção de campanha
Imprensa: Carlos Sousa 935.733.038
Assinaturas: Luís Paiva 967.014.648
luisbotelho2011@clix.pt
terça-feira, 9 de novembro de 2010
resistência activa e passiva contra os invasores
Criticando a proposta de Lei da Defesa Nacional, já em Abril de 2009, discordava o nosso distinto General da proposta de eliminação de certo artigo onde se podia ler:
"a defesa da Pátria é dever fundamental de todos os Portugueses (Artº 276º da Constituição da República) e que dizia ser dever individual de cada português a passagem à resistência activa e passiva" nas áreas ocupadas por forças estrangeiras.
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Estou inteiramente de acordo com o pensamento do Digm.º General e até diria mais. Porventura é o dever de cada português patriota, a resistência (pacífica na medida do possível e da paciência...) também nas áreas ocupadas por obscuras "forças nacionais", como a imprensa governamentalizada, as empresas públicas, as "empresas amigas do PS", o Banco de Portugal ou mesmo o Supremo Tribunal administrativo e até o Supremo Tribunal de Justiça, segundo o Juiz de Direiro, Costa Pimenta
Ainda que a o não diga expressamente, isso já pouco ou nada importa a muitos portugueses, especialmente aos mais novos entre os quais me encontro.É preciso resistir activamente aos grupos e indivíduos que estão a encaminhar o país para a ruína e as novas gerações para um arnez de dívidas contraídas pelos avós para pagar vaidades de governantes "novos-ricos".
Uma forma mui nobre de resistência poderá ser a mobilização da Sociedade Civil na Plataforma Activa de que ontem tive conhecimento. Aos que matam os filhos de Portugal nas clínicas de aborto, ou nos roubam o futuro nas "parcerias" com as empresas amigas, há que resistir e não ceder ao medo que eles tentam semear.
Outra forma, a que escolhi, pode ser a confrontação do "inimigo" no seu próprio terreno, indo a votos e intervindo no espaço público a que também temos direito para afirmar Princípios e Valores inegociáveis que o povo português dolorosamente vai compreendendo que deve recuperar... para seu próprio bem.
Ajude-nos, colaborando na angariação de assinaturas e espalhando a mensagem: Portugal não morreu, há uma nova atitude e um novo rumo no horizonte.
Portugal tem futuro!

